Maio 18, 2008
Oi, oi pessoas do meu coraçãozinho vermelho e gay. *-* Nossa, tenho algumas coisinhas pra mencionar aqui, visto que faz tempo que não posto uma coisa que preste nessa porra. Ando ocupada com a escola, fazendo meu cosplay, planejando minha possível ida à sampa, escrevendo um conto, lendo Drácula, o vampiro da noite, saindo com uma turma nova e voltando ao meu antigo vício de pump. É foda quando a gente tenta deixar e ALGUÉM enfia a gente de volta nesse mundo. Tô vendo que vou começar a gastar todo o meu dinheiro naquela maquina ingrata. ;_; Acordar cedo pra ir pra aula é foda também, porque eu estudei minha vida inteira à tarde, aí me acostumar a fazê-lo de manhã é um pouco complicado. Geralmente durmo na primeira, e as vezes também na segunda, pra depois despertar pra vida e parar de pensar na morte da bezerra. Falta de dinheiro é…desanimador. Eu queria fazer tanta coisa, tanto cosplay, comprar acessórios novos, roupas, etc, mas nem dá. O jeito é me entreter com as pequenas coisas da vida, que aliás são as melhores, afinal. Sair com os amigos, zoar, brincar, rir…isso realmente me traz muita, mas muita alegria.
Aaah, logo postarei a primeira parte do meu conto aqui. Faz tempo que não escrevo nada, então não reparem. Com o tempo, vou me acostumando e vai ficando melhor, oki?
O carro foi encontrado próximo ao Lago do Silêncio. Grande movimentação se concentrava ali e a polícia já chegava ao local com algumas viaturas, abrindo caminho através daqueles inúmeros rostos curiosos. Algumas roupas amarrotadas foram encontradas no banco traseiro, e não havia sinal se combate, e muito menos do corpo. Suicídio? Essa pergunta não parava de ecoar na mente do chefe do departamento especial da polícia que estava acompanhando o andamento das buscas. A partir dessa hipótese, ordenou aos seus homens que vasculhassem as margens e o interior do lago.
Com auxílio dos documentos que encontrou no automóvel, fez uma ligação para a casa da garota, sendo atendido por uma voz feminina, sonolenta e não muito animada, mas afinal, já passava da meia noite. Engoliu seco e vomitou algumas palavras disfarçadas.
- Boa noite, sou Patrick Stratford, chefe do departamento especial da polícia local. Qual o seu parentesco com… – voltou a examinar os documentos, à procura da identificação da pessoa em questão - …Ann d’Angoulême?
- É a minha filha. O que aconteceu? – o tom da mulher, antes irritado e impaciente, parecia modificar-se gradualmente, tornando-se algo próximo à preocupação.
- Encontramos o carro dela próximo ao lago ao norte, mas não a encontramos ainda. Alguma idéia de para onde ela estava indo?
- Minha filha! Onde está Ann!? – a mulher gritou ao telefone, desesperada.
Pacientemente, ele explicou novamente a ela a situação , tendo o zelo de tranqüilizá-la a cada frase dita. Ao desligar o telefone, decidiu que já era a hora de dar um descanso a todos, encerrando as expedições por hora. O ar estava gelado, condensando-se na respiração do oficial, o que o fez enfiar as mãos nos bolsos do casado de couro acinzentado, numa tentativa instintiva de aquecer-se. Tornou a examinar a identidade de Ann, sentando-se na grama ao redor do lago. Na foto, seus longos e ondulados cabelos dourados ganhavam destaque, assim como suas orbes esverdeadas e cintilantes. Seu rosto angelical não perdia a delicadeza com a expressão séria que era necessária aos padrões. Lembrava sua filha, Jéssica, falecida há alguns anos. O caso nunca foi solucionado, e talvez fosse esse o motivo de sua incontrolável vontade de encontrar a verdade, para suprir o rancor de nunca ter descoberto o que aconteceu com a sua filha e aliviar aquele sentimento de culpa. Acendeu um cigarro e tragou-o, soltando a fumaça para misturar-se ao breu, enquanto levantava-se e rumava para casa recordando momentos que o fizeram mergulhar num mundo de nostalgia.
Já estava ali há algumas horas e, para falar a verdade, não fazia idéia de que lugar era aquele e porquê de estar lá. Lembrava-se apenas de estar dirigindo por uma rodovia interditada quando voltava para casa, já que assim cortaria caminho, e ter atropelado alguém, porém ao procurar pelo corpo, não encontrara nada. Logo em seguida, um golpe com um pedaço de tronco de árvore fora-lhe deferido na cabeça de tal forma que a fizera perder os sentidos. A atmosfera mórbida e taciturna na qual aquela rua se fazia a atordoada de medo. As lâmpadas falhavam, o que lhe dava a sensação de que alguma coisa poderia aparecer a qualquer momento e assustá-la, e conseguiria, já que suas pernas bambeavam e pareciam não responder aos seus comandos. Não parecia estar em Londres, as casas ali possuíam aspectos das do século passado: A cerca pintada de branco, a caixa do correio e o jardim da frente, as portas e janelas cuidadosamente orlamentadas em marfim, cada uma à sua maneira, e os telhados em suas formas triangulares. As folhas secas no chão ecoavam de modo irregular, cortando o silêncio com aquele som estardalhadiço, enquanto Ann recomeçava a andar, após uma rápida parada. A silhueta de uma figura humana, ou ao menos parecia ser, na janela de uma casa cor-de-rosa, enfeitada com um vistoso canteiro de margaridas, destacadas pelo seu amarelo vivo e brilhante. Mesmo que fosse apenas uma sombra, os olhos do indivíduo oculto cintilavam em vermelho escarlate, desafiadores, convidativos. Não tinha para onde ir, nem a quem recorrer, então o que acontecesse a partir dali não faria diferença. O medo lhe aflorava os membros, a fazia tremer e apagava a feição serena típica da loira. Adentrara a casa, fechando a porta suavemente atrás de si.
Tá aê, aceito comentários. Nossa, tem tanta gente que eu tô com saudade, que eu queria rever. O Felipe é uma delas. A gente é muito, mas muito amigo, e faz tempo que a gente não se fala porque ele tá sem pc, e o irmão chato dele mal deixa ele entrar. O jeito é falar por telefone, e pá. Mas vai dar tudo certo, tenho certeza. õ/ Tô com saudade, viu Lipe? Enfim, gente, tenho mais nada pra falar não, a não ser que o SANA tá chegando e eu já tô fazendo meu cosplay de Elie { http://photobucket.com/image/elie%20rave/Det-Chris/Bishojo/Other%20Titles/Rave%20Master/Elie6.jpg?o=76 } *-* O problema é a falta de dinheiro. PQP, é nessas horas que eu queria ser rica. ;_; Mas enfim, é a vida, e bola pra frente. *falando que nem uma depressiva*
Beijocas pra todos. =*
todos muito legais e tem me trazido muita alegria. Antes, eu mal saía de casa, parecia aquelas nerds enfurnadas nos estudos e antisociais. São animados, e transmitem essa alegria pra mim quando nos encontramos. Aprendi novas manias, jeitos de me vestir, músicas legais e uma nova forma de ver a vida. Não que outras coisas não me façam feliz também, como a rádio e tal, mas é uma coisa a mais pra minha vida, e isso, ao meu ver, é muito, muito bom. Eu estou torcendo pra que tudo dê certo pro tchu, que ele se recupere, eu vou estar sempre ao lado dele, mesmo que não em pessoa, tentando passar um pouco da alegria que eu tô sentindo, pra ele. E vai sim, dar tudo certo. 

ta, com muita maquiagem, trajes femininos, grandes cabelos. Contudo, nesses 15 anos, eles mudaram da pequena banda visual kei, para uma das bandas mais ouvidas e vendidas do Japão e uma das bandas mais famosas fora dele também. Com seu pop-rock viciante, o L’arc conseguiu cativar muitas pessoas ao longo de todos esses anos. Mais de 95% das letras das músicas são criadas pelo vocalista
no primeiro ano de banda, o guitarrista hiro abandona a banda em 1992. Tetsu então convenceu seu antigo amigo de infância e de banda,
os quatro membros da banda resolvem fazer seus projetos solos, então nascem:
coroação da Tour do Smile vem em outubro quando o L’Arc é chamado para um show nos Estados Unidos com a presença de mais de 15.000 pessoas no evento OTAKON.
eles se ofereceram pra me deixar em casa, mas eu tinha melhorado. Quando cheguei, minha mãe me deu uma bronca e como eu tava stressada já, comecei a chorar. Sabe, é ruim ver que as pessoas que se ama vão embora, mas ao mesmo tempo é feliz poder reencontrar algumas delas, que se deixou no passado. Estou tentando voltar a ser como eu era antes, a mari sorridente e alegre que todo mundo conhecia. Sei que o tempo não é algo que possa voltar pra trás, mas eu vou agarrar forte tudo o que é importante pra mim, e não deixarei nunca mais ir embora. Nunca mais. E sim, eu estou com medo. Muito, mas muito medo. Não medo de morrer, só medo de não conseguir realizar todos os meus objetivos e sonhos a tempo. Não poder fazer feliz e nem encontrar algumas pessoas que me foram separadas pela distância, medo do vazio, medo de pra onde eu vou, quem eu vou encontrar e o julgamento que eu vou ter que enfrentar. Minha vida não foi um mar de rosas, eu já cometi muitos erros, e a maioria deles me custou algo muito precioso. Por isso, não quero mais que isso aconteça. Quando se descobre que pode morrer, é como se a gente sentisse que nunca tivemos tanta vontade de viver. Porque a gente percebe que tudo tem um jeito, que tudo que a gente se queixava era tão pequeno e leviano, que ainda tem
Bom, bom, voltando pra cá, finalmente
importa se existe motivo, é só que existem pessoas que se magoam, e é isso. Pessoas que pagam por coisas que não tem culpa, pessoas que passam por tantos problemas, e ninguém faz nada pra ajudar, porque a mente das pessoas leigas só permite que elas enxerguem a si mesmas, afinal “não é comigo mesmo”, não é? Esse é o tipo de pensamento das pessoas. Todos somos seres humanos iguais, e estamos por aí, matando uns aos outros, por pedaços de papel, por documentos, por folhas e palavras…e tudo isso, só vai trazer mais e mais desgraça. O apocalipse só está esperando que nós morramos, assim como o urubu esperava que a criança morresse, para devorá-la, naquela foto que ganhou o prêmio. Prêmio? Prêmio pelo que? Pela foto da desgraça? Não entendo como as pessoas conseguem viver desse jeito, com mentiras, trapaças, enganações…Como podem ser tão cruéis, não entendo.
Olá, pessoas queridas. ;D Nossa, faz tempo que eu não posto aqui, vey. Mas enfim, É PÁÁÁÁSCOA! Época de confraternização, paz e alegria, e todos esses blábláblás. A verdade é que, hoje em dia, as pessoas vêem a páscoa como mais uma época de festa, enchem suas casas com ceias, gastam uma nota preta com viagens, e tudo mais, e esquecem o verdadeiro sentido dela, o real propósito. Eu não sou tão religiosa assim, na verdade, não considero parte de nenhuma religião, entretanto, é revoltante ver como as pessoas usam o feriado como
desculpa pra viajar, comprar roupa nova e se fartar em comida, quando existem milhões de pessoas que não tem nem um pão pra comer. Podiam aproveitar e doar alguma coisa. Não precisa de tanto, mas as coisas que você não usa mais, ou fazer uma visita a uma casa de idosos. Não sigo arduamente o que eu digo, mas procuro sempre fazer pequenas coisas, porém simbólicas, como me desculpar com alguém com quem fui injusta, tratar bem os meus amigos e parentes, coisas assim. A minha páscoa está sendo maravilhosa, não materialmente, psicologicamente. O Túlio veio passar o feriado comigo, e nossa, não sei como descrever o tamanho da alegria que eu tô vivendo. Visitei lugares que nunca tinha ido, ou até alguns que eu havia esquecido, no inicio, com o intuito de mostrar a ele. Bem, é algo impossível de descrever em palavras. E agora, tchãtchã, uma mensagenzinha de páscoa pra vocês. É simples, e pá, mas foi o que mais representa a páscoa que eu achei, na minha opinião.


Boa noite, pessoas. ;D Tudo bem com vocês? Comigo tá tudo ÓTIMO! Tá dando tudo certo na minha vida, ou quase tudo. Bom, o que importa é que eu tô feliz. Terça feira foi meu aniversário, as pessoas que eu amo lembraram e cantaram parabéns, e eu recebi várias ligações. Foi muito bom isso, fiquei feliz em não ter que passar meu aniversário ao relento. Meu namoro, apesar de estar no começo, tá dando certo com o Túlio. Tô refazendo a minha vida, levando como dá, tentando fazer tudo certo dessa vez, e dia 17 ele estará aqui, olha que legal! Apesar da nota baixa na escola, tá tudo dando certo por lá. Mas PQP, tem um professor muito ignorante. Ninguém pode fazer uma porra de pergunta, que ele já sai gritando, arre égua, mermão. Dá uma raiva, que PQP. Eu tô gripada, com o nariz entupida, tossindo que nem uma condenada e já vomitei duas vezes hoje. Pense como eu tô bem. =_=~b Mas enfim, não podia deixar de postar porque como diz o Hick, é uma terapia. Escrever, pra mim, é uma terapia. É uma forma de, quando não se tem ninguém pra conversar, ter alguém com quem conversar. E pooxa, tô fazendo um livro. Tive que mudar algumas coisas devido à acontecimentos recentes, mas tudo de boas, vai sair ano que vem, se Deus quiser. Seeeeeeeeeeexta! Vou alugar um DVD pra assistir de madrugada, voltar aos velhos hábitos. Hoje eu comi coração de frango e salada de repolho, nossa, que saudade! Tips, tô atolada em trabalho, dá vontade de perguntar, delicadamente, pra esses professores se eles sabem onde é o olho do cu. Fui na coordenação e reclamei mesmo. O festival tá chegando, em maio, e eu vou ser do grupo de dança e de teatro. *O* Nossa, vai ser foda. Se for dança de salão, vou fazer par com o serveja, e vai ser muito divertido. Se não for, tudo bem, a gente se inventa. Junto com isso ainda vem os jogos interclasses, e me colocaram em um monte de jogo que eu não sei jogar! Vai ser uma putaria, mas sabe, mesmo já sendo extrovertida, esse ano, eu me tornei mais. Antes, não fazia muitas coisas por medo do que poderiam pensar, ou sei lá, eu não me achava capaz. Sempre vi um monte de defeitinho em mim: Perna fina, muito branca, cabelo feio, não ter peito nem bunda, unhas curtas…esse tipo de coisa. Mas mesmo assim, é como se eu quisesse saber quem realmente gosta de mim. Se importar apenas com a aparência é tão…vulgar. É tão baixo. É muito desanimador ver jovens com esse tipo de pensamento, se importar apenas com aquilo que os olhos podem enxergar. Mas enfim, voltando ao assuntos, a Taís me pôs no futebol, no basket, no handball e no voley. Esses dois últimos eu jogo bem, mas os outros, PQP, sei de PN. Vai ser o mico do ano, porque o do ano passado foi eu ter parado a escada rolante do iguatemi. MEU JESUS ABENÇOADO, QUE MICO! Mas enfim, eu não sei porque, mas eu senti vontade de ser eu mesma, depois de muito tempo. Talvez seja pelo fato de eu estar feliz com o Tchu e tal, não sei. Mas deu uma puta vontade. HAUHAHAHAUAH, porra, eu disse que ia dormir 11:00 e olha que horas são! Enfim, vou me despedindo. Ah, e esse poema aí em cim, eu não sei o autor, mas achei muito, muito bonito, e resolvi postar aqui, pra combinar com a minha alegria momentânea. Obrigada a todos que acompanham, é bom saber que tem alguém que dá valor às pessoas. ;D
Bom, vou refazer esse post aqui. Hoje é meu aniversário! E cara, foi um dos melhores dias da minha vida. Pra falar a verdade, achei que ia ser só mais um dia comum, claro, as pessoas mais íntimas, como mãe, irmã, pai, iriam lembrar, mas que não iria muito além disso. Mas ao contrário do que eu imaginei, apesar de ser novata e não estudar na nova escola fazendo nem 3 meses, os amigos que fiz lá lembraram de mim, e não só isso, fizeram uma festa surpresa! Essa imagem aí do template foi justamente de hoje, na escola. Tudo bem que a Priscila tacou metade do bolo na minha cara, mas enfim, foi MUITO PERFEITO. Nossa, baixaram até a música do Miyavi pra tocar lá, só por minha causa! E olha que eles são todos forrozeiros. XD’ A gente riu bastante, comeu, se divertiu, tomou refrigerante, bateu muita foto, e LEVOU BRONCA DA COORDENADORA por causa da bagunça! Tipo, depois da festa, que foi durante o recreio, a gente voltou pra sala com o resto do bolo e dividiu com a galera, daí o menino que parece o Jackie Chan enfiou mais bolo na minha cara, junto com o resto dos meninos, no meio da sala, depois de eu já ter me lavado, apesar de não ter servido de porra nenhuma porque meu cabelo ficou mais ruim que palha. Mas de fato, foi muito divertido. Nunca fizeram uma coisa assim pra mim, e eu fiquei muito emocionada com tudo e gostaria de agradecer aos meus amigos. Apesar de no conhecermos a bem pouco tempo, são pessoas que eu considero muito, que eu quero ter ao meu lado pra sempre, que me fazem feliz só com a presença.