Abril 2008


O L’arc en ciel -hoka ni nanika-, ou L’arc~en~ciel -algo mais-, é uma matéria especial sobre a banda L’arc~en~ciel, contanto com biografia da banda, breve apresentação dos integrantes, comentários sobre o estilo da banda, e a minha lista pessoal das melhores músicas. Estarei sempre comentando algo sobre isso ao longo das minhas postagens, e sempre que for um post EXCLUSIVO sobre o L’arc, vai ter uma imagem em cima, como a que segue, e eu etsarei sempre informando aqui sobre show’s, lançamentos de álbuns/singles, pesquisas, curiosidades, coisas do gênero. Bom, espero que aproveitem e é como eu sempre digo: L’arc Forever. \,,/

1. Formação

Atualmente, se encontram Hyde nos vocais, Ken na guitarra, Tetsu no baixo e Yukihiro na bateria. A banda sofreu modificações ao longo da sua história, como vocês verão a seguir, onde três membros Pero e Hiro, respectivamente os primeiros baterista e guitarrista, deixam a banda, sendo a bateria substituída por Sakura, que também deixou a banda alguns anos depois.

2. Perfil

O L’arc~en~Ciel iniciou à 15 anos atrás, como uma banda normal de Visual Kei, de Osaka, completa, com muita maquiagem, trajes femininos, grandes cabelos. Contudo, nesses 15 anos, eles mudaram da pequena banda visual kei, para uma das bandas mais ouvidas e vendidas do Japão e uma das bandas mais famosas fora dele também. Com seu pop-rock viciante, o L’arc conseguiu cativar muitas pessoas ao longo de todos esses anos. Mais de 95% das letras das músicas são criadas pelo vocalista hyde, quanto à composição de músicas a maioria foram compostas por ken, geralmente reconhecidas por um toque mais rock, enquanto que as músicas com um estilo mais pop ficam a cargo do baixista e líder da banda: tetsu.

3. Biografia

A banda L’Arc~en~Ciel foi formada em fevereiro do ano de 1991 pelo baixista e líder Tetsuya Ogawa. Na época, a formação original consistia de: hyde nos vocais, tetsu no baixo, hiro na guitarra e Pero na bateria. Muito se diz sobre a criação do nome ter sido baseada em um filme francês que tetsu assistiu e gostou muito, chamado L’Arc~en~Ciel porém como o próprio disse em sua recém biografia (tetsugaku), isso não é verdade. O nome L’Arc~en~Ciel literalmente significa -um arco no céu- em francês, ou também Arco íris.

A longa história do L’Arc~en~Ciel (conhecido como Laruku pelos fãs) começa um tanto conturbada, logo no primeiro ano de banda, o guitarrista hiro abandona a banda em 1992. Tetsu então convenceu seu antigo amigo de infância e de banda, ken a se juntar ao Laruku. Em dezembro do mesmo ano, o Laruku é mais uma vez desfalcado, quando o baterista Pero resolve seguir hiro e também deixa a banda. Com mais esse problema, tetsu decide então chamar Sakura, um baterista de Tóquio, que tetsu tinha visto tocar somente uma vez. Sakura concordou em ir a Osaka e ver o L’Arc~en~Ciel tocar e decidiu se juntar, em 1993. Nesse mesmo ano eles lançam pela famosa gravadora indie, Danger Crue seu primeiro cd: -Dune-.

Em 1994, eles se mudam para Tóquio e conseguem um acordo com a gravadora major Ki/oon Records, e lançam o álbum –Tierra- que faz um enorme sucesso, muito talvez graças à música Blurry eyes, seu primeiro e talvez maior sucesso até hoje, ter sido usada no anime DNA².

Tudo ia bem, mais dois cds foram lançados: heavenly e True, o qual foi o primeiro a atingir a marca de 1 milhão de cópias vendidas e alcançar a primeira posição no ranking da Oricon inclusive, porém, em 1997, o baterista Sakura seria preso por porte de heroína e decide deixar o L’Arc~en~Ciel. Após uma breve pausa, Yukihiro (ex-Die in cries, ex-Zi-Kill) entra pro lugar de Sakura. No dia 31 de dezembro o L’Arc~en~Ciel faz sua primeira aparição no Tokyo Dome, com o show Reincarnation, recorde até hoje no tempo de venda dos ingressos no Tokyo Dome: 4 minutos.

Depois disso, foram lançados os álbuns: HEART, ark e ray (os dois lançados no mesmo dia, alcançando e alternando as duas primeiras posições no ranking de álbuns da oricon por várias semanas) e em 1999 a Tour Grand Cross, consistindo de 12 shows nas cidades mais importantes do Japão, em estádios abertos, que chegou a levar 650.000 pessoas no total a esses estádios. E em 2000, finalmente seria lançado o álbum REAL.

Após lançar o single -Spirit dreams inside-, o Laruku resolve entrar em hiatus por um tempo, nos quais os quatro membros da banda resolvem fazer seus projetos solos, então nascem: HYDE (projeto solo de hyde), TETSU69 (projeto solo de tetsu), Sons of All pussys (projeto de ken, contando com a participação de sakura na bateria) e acid android (projeto de yukihiro).

Em 2003, quando a maioria dos fãs já estavam começando a perder a esperança na volta do L’Arc~en~Ciel, acontece o evento Shibuya Seven Days, no qual os 4 membros se reúnem para 7 shows no Yoyogi National Stadium, marcando a volta do L’Arc~en~Ciel.

A Partir daí, o Laruku lançou diversos outros singles em 2004, incluindo Ready Steady Go que fez parte da trilha do anime Full Metal Alchemist, até que em Abril foi lançado seu primeiro álbum após seu retorno: Smile. Muitos se surpreenderam com esse álbum, negativamente inclusive, o estilo do L’Arc~en~Ciel aparentemente teria mudado bastante.

Tudo cai por terra, quando é lançado imediatamente após o Smile,o single Jiyuu e no Shoutai. A coroação da Tour do Smile vem em outubro quando o L’Arc é chamado para um show nos Estados Unidos com a presença de mais de 15.000 pessoas no evento OTAKON.
E não para por aí, em 2005, o L’Arc~en~Ciel lançaria mais três singles e mais um álbum, AWAKE, mais uma vez surpreendente por ter diversas experimentações, letras mais conscientizantes, engajadas, etc. E mais uma vez imediatamente após o lançamento do AWAKE, é lançado o single: Link e o L’Arc~en~Ciel saiu em Tour por todo o Japão novamente e dessa vez também para fora do Japão na Tour: ASIALIVE que levou o L’Arc à Coréia e à, China, terminando com duas exibições no Tokyo Dome. À parte: Algumas músicas, como Evergreen, são categorizadas como sendo do L’arc, mas essa, assim como algumas outras, fazem parte do projeto pessoal de Hyde.

4. Playlist pessoal

Lost Heaven, Link, Niji, Daybreak’s bell, Niji, Midnight Celebration, Evergreen, Ready Steady Go, Stay away, Finale, Killing me, New world, Honey, Hoshizora, Spirit Dreams Inside, e etc.

5. Link’s

Hyde -site oficial-      Ken -site oficial-      Tetsu -site oficial-      L’arc~en~ciel -site oficial- 

Boom, espero que tenham gostado da matéria, que ela tenha ajudado em alguma coisa. Pesquisas, notícias, lançamentos e etc. Tenho nada demais pra contar, faltei aula hoje, o que significa que não tive que aturar a cara feia e gorda do professor de redação. Eu ADORO redação, e por ele ser chato, não saber dar a matéria e ser mais grosso que um bonde, eu prefiro ficar em casa e exercitar por mim mesma. :D Bom, vou indo por aqui. Beijão pra geral, e um ESPECIAL pro Tchu, te amo, coração.

 

Olha eu aqui, gente. \õ/ Eu não estava animada pra postar, devido a algumas coisas que eu descobri que me deixaram muito, mas muito triste. O Rodrigo e o Tchu me animaram, o Dinho e a Sisá também, e por isso, sou muito agradecida. Não sei o que seria de mim sem vocês, sério. Amo vocês de CORAÇÃO. Cara, hoje foi até bem legal. Fui pro shopping Benfica depois da prova, que foi um cu bem redondo porque eu vou me foder legal, pra entregar um DVD pro Davi pra ele gravar o tour do L’arc ao vivo, que ele pegou emprestado de um amigo. Quando cheguei lá, adivinha! O Davi não estava, aquele filho de uma descabaçada. u_u Se bem que essa frase é meio dããã, porque pra uma mulher ter filhos, ela tem que ser descabaçada. Mas enfim, voltando ao assunto…Daí encontrei uma amiga da escola, a gente lanchou e eu fui pra casa depois de esperar o meu pai por 4o minutos em pé, quando ele disse que chegaria em 5, e levar um banho de lama de um maldito carro que passou na rua. Essa época de chuva aqui tá o ó, não pára de chuver tá com 2 meses, que merda. Daí quando eu tava chegando em casa, resolvi parar no North Shopping perto da minha casa pra comprar uns DVD’s virgens, e acabei encontrando com dois amigos meus: O Hélio e o Tarcísio. Daí eu fui pra Pump com eles dois e tal, foi bem legal e pá. Daí eu passei meio mal, graças ao problema no meu estômago, e fiquei sabendo que vou ter que fazer uma cirurgia que vai decidir a minha vida, mas só daqui há aproximadamente 3 meses, ou mais. Eu emprestei 4 reais pro Tarcísio, porque ele deve achar que eu tenho cara de casa de caridade. Na verdade, todo mundo acha, e eu sou boazinha demais. ¬_¬ Enfim, eles se ofereceram pra me deixar em casa, mas eu tinha melhorado. Quando cheguei, minha mãe me deu uma bronca e como eu tava stressada já, comecei a chorar. Sabe, é ruim ver que as pessoas que se ama vão embora, mas ao mesmo tempo é feliz poder reencontrar algumas delas, que se deixou no passado. Estou tentando voltar a ser como eu era antes, a mari sorridente e alegre que todo mundo conhecia. Sei que o tempo não é algo que possa voltar pra trás, mas eu vou agarrar forte tudo o que é importante pra mim, e não deixarei nunca mais ir embora. Nunca mais. E sim, eu estou com medo. Muito, mas muito medo. Não medo de morrer, só medo de não conseguir realizar todos os meus objetivos e sonhos a tempo. Não poder fazer feliz e nem encontrar algumas pessoas que me foram separadas pela distância, medo do vazio, medo de pra onde eu vou, quem eu vou encontrar e o julgamento que eu vou ter que enfrentar. Minha vida não foi um mar de rosas, eu já cometi muitos erros, e a maioria deles me custou algo muito precioso. Por isso, não quero mais que isso aconteça. Quando se descobre que pode morrer, é como se a gente sentisse que nunca tivemos tanta vontade de viver. Porque a gente percebe que tudo tem um jeito, que tudo que a gente se queixava era tão pequeno e leviano, que ainda tem SEMPRE uma esperança pra tudo, pra TUDO, e que ela nunca morre, por mais pequena que ela venha a ficar. É aterrorizante acordar, e sentir aquela sensação como se algo estivesse horrivelmente errado, como se…um pedaço de mim tivesse sido arrancado, sem que eu me desse conta. É agoniante. Dói, dói de verdade. Dá vontade de se jogar de cima de um prédio, e não, eu não sou emo. Só quem já passou por isso é que sabe o quanto é ruim, o quanto dói, o quanto sufoca. Sobre a minha cirurgia, farei-a em 3 meses, mais ou menos, tudo depende do tempo, das circunstâncias, dos acontecimentos em si. Vou encerrando meu post por aqui, porque essa porra tá ficando emo demais.

Amo todos vocês, demais. ;*

Bom, bom, voltando pra cá, finalmente. Passei um bom tempo sem escrever, não sei porque, talvez por falta de ânimo, ou vontade de organizar as idéias. Tem acontecido coisas que têm me deixado muito, mas muito chateada mesmo. Conversando com o Túlio, no skype, eu comecei a ”brincar de passado”, revirando minhas memórias, relembrando momentos felizes que eu já tive. Realmente, quando se é criança, parece que tudo é um arco íris, é tudo tão fácil, sem preocupação, sem medo, sem rancor. Todos os seres humanos têm sentimentos ruins, mas…eu me sinto repugnante por tê-los. Me sinto vulgar, malévola. Com o passar do tempo, as pessoas que eu amava me viraram as costas, e quando digo todas, são todas mesmo. Começaram a surgiu problemas, mas eu não consegui amadurecer acompanhando essa evolução. Eu permaneci uma eterna criança. Hoje em dia, é como se pra superar os problemas, tivéssemos que nos sujar, nos corromper, e até faz sentido, mas…eu não quero. Não quero fazer mal a ninguém. Acho que a pior coisa que alguém pode sentir é solidão. Sentir que ninguém sente a sua falta, que esqueceram que você existe. Isso vai acontecendo aos poucos, quando deixam de te chamar pra sair para vários lugares, te deixam de fora de algumas conversas, coisas do genêro. Além disso, não sei se já passaram, mas é MUITO ruim descobrir que as únicas pessoas que você achava que seriam diferentes, falam mal de você pelas costas, te criticam, pisam em você. É muito ruim a gente ser discriminado pelo que é, sem estar fazendo mal a ninguém. É ruim demais olhar ao seu redor, e não ver uma pessoa sequer que te estenda a mão, e que você seja forçada a se tornar uma coisa que não é, pra sobreviver, para suportar tudo sozinha. Eu sinto falta da antiga Mari, aquela que era alegre o tempo todo, que era inocente…que sorria, quando os outros sorriam, e chorava, quando eles também o faziam. Pode ser que pareça estranho, mas eu prefiro ser ingênua, prefiro acreditar no mundo do meu jeito, prefiro não saber que existem pessoas más no mundo. Parece que quanto mais se cresce, mas se aprende que o mundo é feio, que os bebês não vêm da mamãe cegonha, que os ovos de chocolates não são trazidos por um coelho e que o Papai Noel não existe de verdade. E por mais que eu tente voltar a enxergar dessa maneira, eu não consigo. Mas o que se pode fazer? Continuar vivendo e caminhando, caminhando com as próprias pernas. Caindo e tropeçando, porque sempre precisamos errar uma vez, antes de achar a resposta certa.

Bom, depois dessa crise emo minha (eu precisava desabafar, gente. @_@ ), eu queria falar de uma coisa muito interessante, denominada pelo meu professor como Revolução Invisível. Não sabem o que? Não tem problema, eu também não sabia. Segundo meu professor de história II, carinhosamente apelidado de Pybore (mentira, é porque ele dá apelido pra todo mundo e daí quiseram de vingar. 8D ), somos nós quem fazemos essa revolução, agindo, e não esperando pelo outro. É quando nós começamos a despertar pra realidade, o que muitas pessoas ainda precisam aprender a fazer. O mundo só está como está hoje, por culpa das pessoas que não souberam cuidar dele, mas ainda há tempo, se você acordar agora. Não importa se existe motivo, é só que existem pessoas que se magoam, e é isso. Pessoas que pagam por coisas que não tem culpa, pessoas que passam por tantos problemas, e ninguém faz nada pra ajudar, porque a mente das pessoas leigas só permite que elas enxerguem a si mesmas, afinal “não é comigo mesmo”, não é? Esse é o tipo de pensamento das pessoas. Todos somos seres humanos iguais, e estamos por aí, matando uns aos outros, por pedaços de papel, por documentos, por folhas e palavras…e tudo isso, só vai trazer mais e mais desgraça. O apocalipse só está esperando que nós morramos, assim como o urubu esperava que a criança morresse, para devorá-la, naquela foto que ganhou o prêmio. Prêmio? Prêmio pelo que? Pela foto da desgraça? Não entendo como as pessoas conseguem viver desse jeito, com mentiras, trapaças, enganações…Como podem ser tão cruéis, não entendo.

Post meio sério, e pá, porque hoje, aconteceram coisas que me deixaram um tanto pensativa. Um desabafo aqui, espero que eu não os tenha entediado tanto. Complementando o que eu disse no começo, antes, tudo estava cinza, mas alguém apareceu, e devolveu a cor dos meus dias. Sim, ele mesmo, o sr. Túlio Fonseca Lisboa. Obrigada, obrigada mesmo. Porque mesmo diante de alguém tão patética como eu, você nunca riu de mim, e sempre me estendeu sua mão…e eu o amo demais. <3