Oi, oi pessoas do meu coraçãozinho vermelho e gay. *-* Nossa, tenho algumas coisinhas pra mencionar aqui, visto que faz tempo que não posto uma coisa que preste nessa porra. Ando ocupada com a escola, fazendo meu cosplay, planejando minha possível ida à sampa, escrevendo um conto, lendo Drácula, o vampiro da noite, saindo com uma turma nova e voltando ao meu antigo vício de pump. É foda quando a gente tenta deixar e ALGUÉM enfia a gente de volta nesse mundo. Tô vendo que vou começar a gastar todo o meu dinheiro naquela maquina ingrata. ;_; Acordar cedo pra ir pra aula é foda também, porque eu estudei minha vida inteira à tarde, aí me acostumar a fazê-lo de manhã é um pouco complicado. Geralmente durmo na primeira, e as vezes também na segunda, pra depois despertar pra vida e parar de pensar na morte da bezerra. Falta de dinheiro é…desanimador. Eu queria fazer tanta coisa, tanto cosplay, comprar acessórios novos, roupas, etc, mas nem dá. O jeito é me entreter com as pequenas coisas da vida, que aliás são as melhores, afinal. Sair com os amigos, zoar, brincar, rir…isso realmente me traz muita, mas muita alegria.
Aaah, logo postarei a primeira parte do meu conto aqui. Faz tempo que não escrevo nada, então não reparem. Com o tempo, vou me acostumando e vai ficando melhor, oki?
O carro foi encontrado próximo ao Lago do Silêncio. Grande movimentação se concentrava ali e a polícia já chegava ao local com algumas viaturas, abrindo caminho através daqueles inúmeros rostos curiosos. Algumas roupas amarrotadas foram encontradas no banco traseiro, e não havia sinal se combate, e muito menos do corpo. Suicídio? Essa pergunta não parava de ecoar na mente do chefe do departamento especial da polícia que estava acompanhando o andamento das buscas. A partir dessa hipótese, ordenou aos seus homens que vasculhassem as margens e o interior do lago.
Com auxílio dos documentos que encontrou no automóvel, fez uma ligação para a casa da garota, sendo atendido por uma voz feminina, sonolenta e não muito animada, mas afinal, já passava da meia noite. Engoliu seco e vomitou algumas palavras disfarçadas.
- Boa noite, sou Patrick Stratford, chefe do departamento especial da polícia local. Qual o seu parentesco com… – voltou a examinar os documentos, à procura da identificação da pessoa em questão – …Ann d’Angoulême?
- É a minha filha. O que aconteceu? – o tom da mulher, antes irritado e impaciente, parecia modificar-se gradualmente, tornando-se algo próximo à preocupação.
- Encontramos o carro dela próximo ao lago ao norte, mas não a encontramos ainda. Alguma idéia de para onde ela estava indo?
- Minha filha! Onde está Ann!? – a mulher gritou ao telefone, desesperada.
Pacientemente, ele explicou novamente a ela a situação , tendo o zelo de tranqüilizá-la a cada frase dita. Ao desligar o telefone, decidiu que já era a hora de dar um descanso a todos, encerrando as expedições por hora. O ar estava gelado, condensando-se na respiração do oficial, o que o fez enfiar as mãos nos bolsos do casado de couro acinzentado, numa tentativa instintiva de aquecer-se. Tornou a examinar a identidade de Ann, sentando-se na grama ao redor do lago. Na foto, seus longos e ondulados cabelos dourados ganhavam destaque, assim como suas orbes esverdeadas e cintilantes. Seu rosto angelical não perdia a delicadeza com a expressão séria que era necessária aos padrões. Lembrava sua filha, Jéssica, falecida há alguns anos. O caso nunca foi solucionado, e talvez fosse esse o motivo de sua incontrolável vontade de encontrar a verdade, para suprir o rancor de nunca ter descoberto o que aconteceu com a sua filha e aliviar aquele sentimento de culpa. Acendeu um cigarro e tragou-o, soltando a fumaça para misturar-se ao breu, enquanto levantava-se e rumava para casa recordando momentos que o fizeram mergulhar num mundo de nostalgia.
Já estava ali há algumas horas e, para falar a verdade, não fazia idéia de que lugar era aquele e porquê de estar lá. Lembrava-se apenas de estar dirigindo por uma rodovia interditada quando voltava para casa, já que assim cortaria caminho, e ter atropelado alguém, porém ao procurar pelo corpo, não encontrara nada. Logo em seguida, um golpe com um pedaço de tronco de árvore fora-lhe deferido na cabeça de tal forma que a fizera perder os sentidos. A atmosfera mórbida e taciturna na qual aquela rua se fazia a atordoada de medo. As lâmpadas falhavam, o que lhe dava a sensação de que alguma coisa poderia aparecer a qualquer momento e assustá-la, e conseguiria, já que suas pernas bambeavam e pareciam não responder aos seus comandos. Não parecia estar em Londres, as casas ali possuíam aspectos das do século passado: A cerca pintada de branco, a caixa do correio e o jardim da frente, as portas e janelas cuidadosamente orlamentadas em marfim, cada uma à sua maneira, e os telhados em suas formas triangulares. As folhas secas no chão ecoavam de modo irregular, cortando o silêncio com aquele som estardalhadiço, enquanto Ann recomeçava a andar, após uma rápida parada. A silhueta de uma figura humana, ou ao menos parecia ser, na janela de uma casa cor-de-rosa, enfeitada com um vistoso canteiro de margaridas, destacadas pelo seu amarelo vivo e brilhante. Mesmo que fosse apenas uma sombra, os olhos do indivíduo oculto cintilavam em vermelho escarlate, desafiadores, convidativos. Não tinha para onde ir, nem a quem recorrer, então o que acontecesse a partir dali não faria diferença. O medo lhe aflorava os membros, a fazia tremer e apagava a feição serena típica da loira. Adentrara a casa, fechando a porta suavemente atrás de si.
Tá aê, aceito comentários. Nossa, tem tanta gente que eu tô com saudade, que eu queria rever. O Felipe é uma delas. A gente é muito, mas muito amigo, e faz tempo que a gente não se fala porque ele tá sem pc, e o irmão chato dele mal deixa ele entrar. O jeito é falar por telefone, e pá. Mas vai dar tudo certo, tenho certeza. õ/ Tô com saudade, viu Lipe? Enfim, gente, tenho mais nada pra falar não, a não ser que o SANA tá chegando e eu já tô fazendo meu cosplay de Elie { http://photobucket.com/image/elie%20rave/Det-Chris/Bishojo/Other%20Titles/Rave%20Master/Elie6.jpg?o=76 } *-* O problema é a falta de dinheiro. PQP, é nessas horas que eu queria ser rica. ;_; Mas enfim, é a vida, e bola pra frente. *falando que nem uma depressiva*
Beijocas pra todos. =*
todos muito legais e tem me trazido muita alegria. Antes, eu mal saía de casa, parecia aquelas nerds enfurnadas nos estudos e antisociais. São animados, e transmitem essa alegria pra mim quando nos encontramos. Aprendi novas manias, jeitos de me vestir, músicas legais e uma nova forma de ver a vida. Não que outras coisas não me façam feliz também, como a rádio e tal, mas é uma coisa a mais pra minha vida, e isso, ao meu ver, é muito, muito bom. Eu estou torcendo pra que tudo dê certo pro tchu, que ele se recupere, eu vou estar sempre ao lado dele, mesmo que não em pessoa, tentando passar um pouco da alegria que eu tô sentindo, pra ele. E vai sim, dar tudo certo.